quinta-feira, 7 de outubro de 2010

AMAR: a célula-vida

Crispa o céu
Rasga o Espaço
Como raio, vai,
Acerta o coração
Ribomba o amor-trovão.
Espero-te respingando amores
chovendo em cores.
Encontro-te
Faze-me teu.
O espaço existente, preencho.
O AMOR, sem vacilar
coloco a teu dispor.
Quero-te, fazendo e aprendendo sem rancores.
Ainda preciso encontrar,
Tudo que vai pelo Espaço.
Como num estalo,
                             Ah!...
Como penso em ti...
Venha me buscar!
Ouço-te, e chegando,
Me abraças, sinto-te flores.

Agora, então, vejo a Luz,
Sinto-me voltar.
Acordo e não te vejo
O pesadelo-AMOR se desfaz
Choro em pensar,
Que um dia,
                   Vieste como trovão e,
                    Tal Raio foste embora
                    Me deixando só...
                                                       a te esperar.




*Caio Mathias Franco Filho em 16/08/1983
   1º Colocado de Poesias em Concurso no Senado Federal-DF (1.984)