sexta-feira, 10 de setembro de 2010

No meu país


No meu país
Apesar da imensidão
De tudo brotar deste chão
Nos falta arroz e feijão.


No meu país
De talentos sem igual
De tanta gente de renome
O povo mal escreve o próprio nome.


No meu país
Apesar de ser tropical
Ter Jorge Amado e ter a Gal
Nossa cultura vai muito mal.


No meu país
Apesar das praias belas
E das pessoas que estão nelas,
Ainda existem as favelas.


No meu país
Apesar de pássaros a cantar
Da beleza de seu luar
Não temos aonde morar.


No meu país
Das mulheres perfeitas
Da natureza tão bem feitas,
De varias maravilhas
São bem poucos que aproveitam.


No meu país
Apesar de tanta matança
E da vida ser uma dança
Há aqueles que ainda tem esperanças


Gilson Costa
 
Mais uma poesia escrita ha muito tempo atrás...