sábado, 14 de abril de 2012

Não alimento mais minhas esperanças!


Não alimento mais
                      minhas esperanças,
as mantenho calmas
                      ao meu lado,
mas não faço mais banquetes,
onde elas empanturravam-se
e bebiam tanto
                     deixando-me tropego
                     quando partiam...

Não faço mais festas
                            para as minnhas esperanças,
mas mantenho-as aqui,
afinal,sem esperança ninguem vive.
E sem as confundir com ilusão 
                             algumas estão guardadas,
esquecidas esperanças que se tornarem realidade,
tudo bem...

Não alimento mais as minhas esperanças
                                  também não as abandono,
porque... Afinal são as útimas que morrem!

Gilson Costa