domingo, 29 de agosto de 2010

Ferida


poética
arte
maldita
que emerge
do caos
que relaciona
os deuses
com os homens
jogados
as escadas
abaixo.
poeta
estertor
agônico
de um estereotipo
submetido
aos folhetins
e arrepios
como o corte
da carne
com arame
farpado,
caos
político
social
e econômico,
deuses anacrônicos
e amoral
sangrando
sangrando
san-gran-do.

Manoel Messias Pereira
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