segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Dispa-se pra mim...Sim.

Dispa-se para mim,
Sim...cada peça sua,
quero-te livre e nua...
Mas não quero que tire apenas sua roupa.
não quero no chão, apenas etiquetas
guardadas em suas gavetas
e que em você ganham vida,
quero-te livre e nua...Querida!!!
Dispa-se e seja bem vinda.

Dispa-se sua alma... Tua essência
faça de mim tua ciência
e sem roupa, seja minha convivência.
Dispa-se de todos teus temores
E de todo teu pudor
Dispa-se de todos teus amores
Que te causam somente dor
Dispa-se do medo de se entregar pra mim
Dispa-se, desnude tua vida
Prometo... Não vai ser ruim!!! 
Gilson Costa

domingo, 13 de novembro de 2011

Dominío


É impossível dominarmos nossos sentimentos quando o coração se magoa,
quando nos decepcionamos, quando a tristeza ocupa o lugar da alegria,quando a
revolta nos invade de maneira impiedosa,quando o fracasso domina nosso
pensamentos,quando alguém nos engana,quando somos traídos.Mas é possível
dominarmos nossa boca quando estes sentimentos insistem em se libertarem em
forma de palavras, que proferidas precipitadamente causam grandes feridas..
O silêncio as vezes é uma resposta branda e sábia.



Cecilia sfalsin

Essência!!!



tua alma..cristalina, teu ser, tua essência não merecem viver assim...chore, mas que seja de alegria...

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A arte de gostar de mulher!


Paulo Zambroza Oliveira
A arte de gostar de mulher

Ainda nos meus tempos de graduação em jornalismo na UERJ, fui assistir a uma palestra do fotógrafo André Arruda, que foi do JB, Globo, e trabalhava, entre outras coisas, com moda. Em determinado momento da palestra ele relatava a sua experiência em fotografar nu artístico e soltou a seguinte frase:

 “Para fotografar nu feminino é preciso gostar de mulher!”

Eu sorri, porque na minha cabeça aquilo parecia meio óbvio. Mas antes que qualquer um fizesse algum comentário, ele completou. – “Não se trata de gostar de mulher no sentido sexual, ter tesão por mulher nua, essas coisas. Isso pode ter também. Mas se trata de gostar de mulher em um sentido mais profundo. Gostar do universo feminino. Observar que cada calcinha é única, tem uma rendinha diferente e ficar entretido com isso” – afirmou .O fato é que eu concordo com o conceito do Arruda sobre gostar de mulher. Não basta ser heterossexual, o machão latino. Para gostar de verdade de uma mulher são necessários outros requisitos que são raros. Por isso as mulheres andam tão insatisfeitas. Sensibilidade? e é fundamental. Paciência também. O homem que não tem paciência para escutar a necessidade que a mulher tem de falar, ou sensibilidade para cativá-la a cada dia, não gosta de mulher. Pode gostar de sexo com mulher. O que é bem diferente.

 Gostar de mulher é algo além, é penetrar em seu universo, se deliciar com o modo com que ela conta o lhe aconteceu no seu dia quando chega do trabalho. Ficar admirando seu corpo, ser um verdadeiro devoto do corpo feminino, as curvas, o cabelo, os seios. Mas também cultuar a sagacidade feminina, sua intuição, admirar seu sorriso que é muito mais espontâneo que o nosso.

Gostar de mulher é querer fazer a mulher feliz. Enviar flores para o seu trabalho sem nenhum motivo a não ser o de, mais tarde, ver seu sorriso; é, de madrugada, quando por qualquer motivo os dois acordam, dizer “eu te amo”.

 O homem que gosta de mulher não está preocupado com quantas mulheres ele “comeu” durante a vida, mas sim com a qualidade do sexo que teve. Quantas mulheres ele realizou sexualmente, fazendo-as se sentirem desejadas, amadas, únicas, deusas, leves e indeléveis, na cama e na vida.

 O homem que gosta de mulher não come mulher. Ele penetra não só no corpo, mas na alma, respirando, sentindo, amando cada pedacinho do corpo e, é claro, da personalidade.

“Para viver um grande amor é necessário ser de sua dama por inteiro”, afirmou Vinícius de Morais no poema “Para viver um grande amor”. Para amar verdadeiramente uma mulher o homem deve ser totalmente fiel, amá-la até a raiz dos cabelos. Admirá-la, se deixar apaixonar todo dia pelo seu sorriso ao despertar e, principalmente, conquistá-la, seduzí-la, como se fosse a primeira vez. O homem que não tem paciência, nem tesão, nem competência para lhe seduzir várias e várias vezes, esse, minha amiga, não se iluda, não gosta nem um pouco de mulher.

 Conquistar o corpo e a alma de uma mulher é algo tão gratificante que tem que ser tentado várias vezes. Só que alguns homens, os que não gostam de mulher, querem conquistar várias mulheres. Os que gostam de mulher é que conquistam várias vezes a mesma mulher. E isso nos gratifica, nos fortalece e nos dá uma nova dimensão. A dimensão da poesia, da atenção, do cuidado, do amor e em última instância, do impenetrável universo feminino. Mas atenção amigos que gostam de mulher: gostar de mulher e penetrar em seu universo não é torná-las cativas, mas sim, deixá-las livres, admirá-las em sua insuperável liberdade.

Uma das músicas com que mais me identifico, é uma em inglês – por incrível que pareça, para um nacionalista e anti-imperialista convicto. É “Have You Ever Really Loved A Woman?” do cantor Bryan Adams.

 A música foi tema do filme “Don Juan de Marco” e, em uma tradução livre, quer dizer “Você Já Amou Realmente Uma Mulher?”. Em toda a música o cantor fala sobre a necessidade de se conhecer os pensamentos femininos, sonhos, dar-lhe apoio, para amar realmente uma mulher. Essa música é perfeita.

 Como se vê, gostar de comer mulher é fácil. Agora, gostar de mulher é dificílimo. Além da sensibilidade, intuição e percepção, precisa ser macho de verdade para isso.

Quem se habilita?
 By Rafael Marti, jornalista.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

No vale do desespero e na montanha da esperança. 10/11/2011



Algumas vezes desci desenfreadamente ao vale do desespero, e chorei, noutras escalei os píncaros da montanha da esperança, e cantei. Depois de tanta flutuação notei que os limites, tanto de queda quanto de ascensão, assim como as sensações, eram auto-impostos. Viviam em mim, como se fossem eu, mas distintos, pois queriam ter vida própria, apesar de não a terem. Atualmente, vez que outra realizo estas incursões, as faço por diversão, pois sei que ambas me pertencem. Então, cantos nos vales e choro nos píncaros, para que eles se conheçam. (Tadany - 13 01 11)


PS: Para citar este texto:
Cargnin dos Santos, Tadany. Pensamento 703. www.tadany.org ®

Te desenhei em mim!!!


Desenhei você em mim, pelo menos tentei...
Meus olhos réus teus, reféns dos teus olhos
Tua boca, nada insípida, gravada em minhas sinapses
Mas teus olhos.... Ahhh quanto mistérios
E quantos prazeres habitavam neles
Será que consigo passar isso para o papel...
A tua doce e tentadora essência?

Gilson Costa