terça-feira, 5 de novembro de 2013
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Desculpe-me AMOR!
Desculpe-me AMOR
Não soube te amar!
Não soube te amar!
Não estava à altura deste sentimento,
sou imperfeito, e minha imperfeição te maculou!
sou imperfeito, e minha imperfeição te maculou!
Desculpe-me AMOR Não soube me respeitar,
e não me respeitando, te desrespeitei.
e não me respeitando, te desrespeitei.
Desculpe-me AMOR
por fazer se suas trilhas,
caminhos tortuosos
e por não saber entender as companhias que me deste de viagem. Desculpe-me AMOR
por te fazer sombra, onde você era luz,
por te fazer silêncio, onde você era festa!
por fazer se suas trilhas,
caminhos tortuosos
e por não saber entender as companhias que me deste de viagem. Desculpe-me AMOR
por te fazer sombra, onde você era luz,
por te fazer silêncio, onde você era festa!
Desculpe-me AMOR
por não ter suportado,
esperado,
perdoado,
pelo egoísmo,
orgulho,
e pela falta de mais humildade!
por não ter suportado,
esperado,
perdoado,
pelo egoísmo,
orgulho,
e pela falta de mais humildade!
Desculpe-me AMOR
Pelas duvidas,
Pelo medo,
pela falta de entrega…
Sou imperfeito, Amor!
Pelas duvidas,
Pelo medo,
pela falta de entrega…
Sou imperfeito, Amor!
Desculpe-me pelos erros de interpretação
pela falta de intensidade,
pela ansiedade.
pela falta de intensidade,
pela ansiedade.
Por não te sentir brisa
e te fazer tempestade!
e te fazer tempestade!
Desculpe-me pela falta da fé
Fé em mim!!!
Gilson Costa
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Lua!!!
Pedia tanto um amor aos céus
encaixe perfeito, outra metade
que afogasse qualquer saudade
e que se possível, durasse a eternidade.
Pedia tanto um amor aos céus
sincero e perfeitamente intenso
maduro e infantil, conforme o tempo
e que seja em si, imenso.
Pedia tanto um amor aos céus
de corpo e alma nua
fez uma prece tão sincera
que ganhou como amor,
a própria Lua!!!
Gilson Costa
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Nexo!
Somos frases, sem acento, sem virgulas, com letras minúsculas.
Sem nexo nenhum!
E ainda por cima, queremos ser vistos e o que é pior,
entendidos!!!
Gilson Costa
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
A canção desesperada - Pablo Neruda
Tua lembrança emerge da noite em que estou.
O rio junta ao mar seu lamento obstinado.
Abandonado como os portos na alvorada.
É a hora de partir, oh abandonado!
Sobre o meu coração chovem frias corolas.
Oh sentina de escombros, feroz cova de náufragos!
Em ti se acumularam as guerras e os vôos.
De ti alçaram asas os pássaros do canto.
Ah, tudo devoraste como a fria distância.
Como mar, como o tempo. Tudo em ti foi naufrágio!
Era o momento alegre do assalto e do beijo.
Era a hora do assombro que ardia como um facho.
Angústia de piloto, fúria de búzio cego,
turva embriaguez de amor, tudo em ti foi naufrágio!
Minha infância de névoa, de alma alada e ferida.
Descobridor perdido, tudo em ti foi naufrágio!
Eu fiz retroceder a muralha de sombra,
e caminhei além do desejo e do ato.
Oh carne, carne minha, mulher que amo e perdi,
a ti, nesta hora úmida, evoco e elevo o canto.
Como um vaso abrigaste a infinita ternura,
e o esquecimento infindo te partiu como a um vaso.
Era a negra, era a negra soledade das ilhas,
e ali me receberam, mulher de amor, teus braços.
Era a sede, era a fome, e foste tu o fruto.
Era o luto, as ruínas, e tu foste o milagre.
Ah mulher, não sei como tu pudeste conter-me
na terra de tua alma e na cruz de teus braços!
Meu desejo de ti foi o mais tenso e curto,
o mais revolto e ébrio, o mais terrível e ávido.
Cemitério de beijos, inda há fogo em tuas tumbas,
ardem ainda as uvas bicadas pelos pássaros.
Oh a boca mordida, oh os beijados membros,
oh os famintos dentes, oh os corpos trançados.
Oh, a cópula louca de esperança e esforço,
em que nos enlaçamos e nos desesperamos.
E a ternura leve como a água e o trigo.
E a palavra apenas começada nos lábios.
Foi esse o meu destino: nele foi meu anseio
e caiu meu anseio, tudo em ti foi naufrágio!
De queda em queda ainda flamejaste e cantaste.
De pé qual um marujo sobre a proa de um barco.
Ainda floriste em cantos, rompeste correntezas.
Oh sentina de escombros, poço aberto e amargo.
Pálido búzio cego, fundeiro desditoso,
descobridor perdido, tudo em ti foi naufrágio!
É a hora de partir, a dura e fria hora
pela noite sujeita a todos os horários.
O cinturão ruidoso do mar aperta a costa.
Surgem frias estrelas, emigram negros pássaros.
Abandonado como os portos na alvorada.
Somente a sombra trêmula se contorce em meus braços.
Ah, mais do que isso tudo. Ah, mais do que isso tudo.
É hora de partir. Oh abandonado!
(20 Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada;)
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Overdose!
Se você fosse uma bebida eu repetiria a dose. Se
você fosse uma droga entraria em overdose.”
|
—
|
Legião
Urbana.
|
Assinar:
Postagens (Atom)



.jpg)

